Fake News: 5 ideias para proteger sua campanha

Atualizado: 9 de Nov de 2020

Por Débora Sadde


Imagens em contextos errados, áudios com imitação de voz, mensagens com teorias conspiratórias, fotos alteradas, montagens, pesquisas falsas, ataques à imprensa tradicional, manipulação da linguagem para gerar uma interpretação equivocada da realidade são exemplos de como a desinformação é capaz de distorcer a realidade e, assim, implodir processos democráticos.


Mensagens políticas são essenciais para a formação de convicções. Das redes sociais é possível extrair informações sobre hábitos, características, opiniões de cada pessoa e, desta forma, pode-se ajustar e personalizar essas mensagens e influenciar as escolhas políticas. Por isso é tão fundamental a responsabilidade e a ética no tratamento desses dados pessoais sensíveis.


Sabemos que em eleições ocidentais passadas, em democracias consolidadas, o uso de manipulação de informação, combinado com impulsionamentos por perfis automatizados, acabou gerando um estado mental grupal apto a retirar do indivíduo o seu direito à formação de escolha livre e consciente, e, portanto, à liberdade de voto.


Esse efeito psicológico gerado foi devastador a ponto de influenciar no destino político, econômico e social de uma nação, imagine o que pode acontecer em um contexto muito mais local e pessoal como são as eleições municipais?